A relevância estratégica do Poder Aéreo numa aproximação às Operações Baseada em Efeitos

              As operações nos Balcãs “expuseram um fosso transatlântico em termos de tecnologia militar e capacidade de levar a cabo uma guerra moderna (…)”. Este fosso torna-se preocupante pois reflecte uma multiplicidade de assimetrias.
Na sua maioria, os países membros da NATO apenas podem aquilatar um esforço de modernização tendo por base um processo de inovação sustentada. Incapazes (política e economicamente) de se equipararem aos sistemas do modelo americano, os esforços europeus assentam normalmente numa transição para capacidades nicho, que lhes permitem a interoperabilidade básica com as forças norte-americanas.
No entanto, e como refere Lobo-Fernandes, fica registado que “um maior esforço de burden-sharing entre os dois lados do Atlântico representará um ganho de credibilidade" .



Convidamos aos leitores do UFJF/Defesa a lerem este interessante artigo, divido em duas partes, de João Vicente, cujo texto foi originalmente publicado pelo Instituto Português da Conjuntura Estratégica “Estratégia, Volume XVII” de 2008 e republicado no site "Jornal Defesa e Relações Internacionais", Portugal, nos dias 01 e 02 de abril de 2008, que nos autorizou sua publicação no Brasil.


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